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RETROSPECTIVA 2021

2021: Eita Oeiras que teve coisa!

Uma retrospectiva dos fatos em Oeiras.

30/12/2021 16h46Atualizado há 4 semanas
Por: Da Redação

2021 foi um ano marcado por acontecimentos que nos causaram as mais diversas emoções, mas que também nos trouxeram esperança e aprendizado.

 O início da vacinação contra a Covid 19 no Brasil, em janeiro, abriu 2021 com muita expectativa. Era a esperança de que, aos poucos, os reencontros seriam possíveis e de que o "novo normal" estava mais próximo.

 Desde o começo da pandemia, 82 vidas oeirenses foram perdidas para a doença. Em 2021, seguimos nos despedimos de pessoas queridas, jovens e idosos.

 Em contrapartida, a população oeirense mostrou que apoia a ciência e abraçou a campanha de vacinação. Oeiras chega ao fim de 2021 com a marca de mais de 70%  de pessoas totalmente imunizadas.

 O ano dois da pandemia foi, de muitas maneiras, tão desafiador e estranho quanto o primeiro. Tentam-se retomar, aos poucos, os eventos presenciais, assim como socializar fora de nossas casas – embora com máscaras no rosto e álcool gel a tiracolo. Mais do que em 2020,  nós nos adaptamos a conviver com o vírus.

 Assim como em 2020, este ano Oeiras não teve as tradicionais procissões da Semana Santa, como também outros eventos culturais, o que foi motivo de acréscimo de sofrimento para os fiéis que têm esses momentos como sagrados para suas manifestações de fé e devoção.

E não bastassem todos os desafios, todas as dificuldades e privações impostos pelo estado pandêmico, ainda tivemos que lidar com as situações de insegurança e violência que, infelizmente, se tornaram frequentes em Oeiras. Em plena Semana Santa, a Igreja de Nossa Senhora da Conceição foi arrombada por ladrões que roubaram uma caixa de som.

Ocorrências dessa natureza se tornaram lugar comum em Oeiras. Pelo menos uma vez por semana, comércios e residências são alvo de bandidos. Os assaltos à mão armada também se tornaram corriqueiros na cidade. Lotérica, supermercados, farmácia, posto de combustível, mercadinhos, foram surpreendidos pela ação dos ladrões, que agiram também em abordagem direta a empresário da cidade em plena luz do dia. Tentando inibir a ação dos marginais,  a cidade foi equipada com um sistema de videomonitoramento, mas nem isso surtiu efeito, os meliantes passaram a roubar fios da rede de telefonia para vender o cobre. 

 O trânsito continuou a fazer vítimas. Acidentes de moto, carros deixaram mortos e feridos. Situações agravada, na maioria das vezes, pela imprudência dos condutores.

 No que tange à economia, novas empresas se  instalaram em Oeiras. Loja de móveis, de colchões, o banco Santader e outras instituições investiram no potencial econômico de Oeiras.  

 No setor cultural, Oeiras foi palco de um filme produzido e dirigido pelo cinesta filho da terra, Flávio Guedes. 'Uma mulher chamada Esperança' contou a história da escravizada Esperança Garcia, e trouxe vários oeirenses no elenco: Durvalina Mendes, Lameck Valentim, Arlete Sepúlveda, Herbert Soares, Eros Fernandes, além do próprio Flávio Guedes. O filme foi exibido em várias cidades piauienses e no Festival Satiryanas, em São Paulo, um dos mais importantes do Brasil.

 Destacaram-se também, Os Bandolins de Oeiras, que seguiram sua trajetória de sucesso, fazendo apresentações em todo estado.

 Pontos turísticos da cidade receberam merecida atenção. O Morro do Leme ganhou uma pintura especial na sua escadaria, retratando a história e outros pontos turísticos de Oeiras. A cidade também passou a contar com totens com informações turísticas da Primeira Capital.

 A educação de Oeiras seguiu se destacando a nível nacional, sendo referência e modelo copiado por várias cidades.

 A cidade ganhou novos postos de saúde, a Creche Mãe Tança passou por modernização, houve ainda pavimentação de diversas ruas e reforma de praças na zona urbana e rural.

 Entre dores, perdas, temores, esperanças,  superações, vitórias, conquistas, novos olhares e desafios, Oeiras segue rumo a 2022. Como diz José Expedito Rego  no hino oficial da cidade: "Também no futuro nós cremos Oeiras, coberta de louros..."

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